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LAGOA SANTA RETORNA AS TRADIÇÕES DAS MODALIDADES AQUÁTICAS

A lagoa central é um dos pontos turísticos mais relevantes para a população lagoassantese. Além da importância cultural e história, é um espaço de lazer e encanta turistas do mundo todo com sua beleza natural. Ganhou ainda mais reconhecimento internacional recentemente, devido as remadas repletas de sonhos do canoísta Isaquias Queiroz. O baiano treinou nas nossas águas para as Olimpíadas de Tóquio durante anos e finalmente conquistou o ouro na canoa individual C1 1.000m, chegando aos 4:04:408, em uma vitória emocionante. Se a lagoa é milagrosa ou não, o debate persiste por décadas, mas o orgulho dos habitantes é consensual.

Porém, nos últimas dias, as lagoas Central e Olhos D’ Água se tornaram protagonistas de reuniões e debates entre a população e os poderes legislativos, devido a proibição dos esportes náuticos e modalidades aquáticas, exceto para agentes da Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa), da Academia Brasileira de Canoagem (ABraCan) e do Comitê Olímpico do Brasil (COB), vinculada ao treinamento da equipe brasileira de canoagem.

Não se pode negar que o esporte deixou um enorme legado para Minas Gerais e especialmente para Lagoa Santa. Por isso, seu incentivo tem sido discutido para que se desenvolva cada vez mais e não exclusivo para uso das instituições nacionais de esportes náuticos. Com muito diálogo entre a população, a Prefeitura e a Câmara, o Decreto Nº 4.345 foi revogado e o Nº 4.389 foi regulamentado, permitindo a prática de atividades nas lagoas Central e Olhos D’Água do Município de Lagoa Santa.

Além da canoagem, foi autorizado a prática de modalidades esportivas como: Canoa; Caiaque; Veleiros de até 19 pés; e Stand-up paddle. Atividades que acarretem contato direto com a água permanecem proibidas sobre a justificativa de assegurar a saúde da população e preservar o meio ambiente.

O ocorrido é um marco importante para as novas gerações que terão a possibilidade de praticar as modalidades, mas também uma viagem ao passado para as gerações que às praticavam há muitas décadas. O município que sempre interliga o desenvolvimento com as tradições que o construiu, volta às origens mais uma vez.

E aí, o que você achou dessa determinação?

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